[Resenha] Três Semanas Com Meu Irmão @editoraarqueiro



Em janeiro de 2003, Nicholas Sparks e seu irmão, Micah, partiram em uma viagem de três semanas pelo mundo para representar um marco em suas vidas, pois, aos 37 e 38 anos respectivamente, eles eram os únicos membros sobreviventes de sua família. Com as maravilhas do mundo como pano de fundo e muitas vezes dominados por seus sentimentos, o intrépido Micah e o introspectivo Nicholas relembram as aventuras e traquinagens de sua infância e as tragédias que testaram sua fé. Durante esse processo, ambos aprenderam verdades surpreendentes sobre a perda, o amor e a esperança. Narrado com irrepreensível humor e rara sensibilidade – e incluindo fotos pessoais –, Três semanas com meu irmão é um lembrete para abraçarmos a vida com todas as suas incertezas e, acima de tudo, valorizar os tempos felizes e as pessoas maravilhosas que os tornam possíveis.

Três Semanas Com Meu Irmão



Três Semanas Com Meu Irmão
Uma História Real
Nicholas Sparks e Micah Sparks
Ano: 2015
Páginas: 320
Editora: Arqueiro





Gosto de livros baseados em fatos reais e por isso fiquei curiosa para ler “Três Semanas com Meu Irmão”.

Já li alguns livros do Nicolas e vocês puderam conferir minha opinião aqui no blog, já conheço sua fórmula de sucesso, suas tramas recheadas de dramas e romance. Mas não esperava encontrar tantas situações dramáticas na vida do mesmo.

Para começar, Nicolas me surpreendeu na forma que fez a narrativa dessa trama. Ele mesclou nos capítulos momentos da viagem que fez com seu irmão Micah, entre janeiro e fevereiro de 2013, com memórias do seu passado familiar. É através dessas memórias que conhecemos a essência do verdadeiro Nicolas, não a imagem que têm-se do autor aclamado há anos.

Nicolas estava vivendo, em 2012, um período bem turbulento em sua vida pessoal, e em sua caixa de correio chegou o panfleto de uma viagem bem inusitada que se daria em vários lugares exóticos, tais como: Guatemala, Polinésia e etc.

Sendo um pai de 5 filhos e com o prazo apertado para entregar um novo livro seria impossível largar tudo e aproveitar esse momento. Mas a esposa de Nicolas o incentivou para viver a aventura ao lado do seu grande amigo e irmão, Micah.

A cada capítulo o autor nos presenteia com informações do local, sua história e cultura e, também, fala de suas memórias. Devo confessar que foi a parte que mais gostei. É muito bom saber de outras culturas e lugares que provavelmente não irei conhecer pessoalmente, até por ter alguns que não me interessam mesmo, mas conhecer a história da vida de Nicolas antes de ser o notável escritor que é hoje, é muito, muito interessante.

Como o bom escritor que é, Nicolas, descreveu com riqueza de detalhes sua infância pobre ao lado dos pais e irmãos. Seu pai era professor e como aqui, por lá o salário dessa categoria não era dos melhores, por isso sua mãe levou anos trabalhando fora para ajudar a compor a renda familiar.

Nicolas é o filho do meio, então sempre ficava à margem do irmão mais velho, audaz e aventureiro e da irmã caçula, meiga e gentil.

Algo que não pensei que fosse encontrar nessa leitura, foi o humor. Existem cenas engraçadas, principalmente da infância do Nicolas e das suas aventuras com os irmãos. Mas tão inusitado como as cenas divertidas, foram os momentos tristes. Agora posso entender a razão dos livros do Nicolas sempre terem alguma tragédia no final. Como o próprio salienta em um momento da narrativa: sempre existe um porém, nada é 100%.

Existem tantas outras coisas que gostaria de citar, mas aí qual seria a sua surpresa ao ler essa obra? Leia e divirta-se, mas sobretudo esteja preparado para emocionar-se.

2 comentários:

  1. Adorei a resenha e fiquei curiosa para ler o livro. Vc sabe o quanto eu gosto de viajar e conhecer novos lugares, mesmo que seja só através de uma leitura. Eu sei que uma irmã do Nicholas morreu de câncer, e o que o livro Um Amor pare Recordar é uma homenagem a ela.

    Bjs

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  2. Sou muito fã do Nicholas e estou doida pra ler esse livro, já que ele conta um pouco da vida desse autor maravilhoso, então, agora sabendo como sua infância teve momentos difíceis, fica mais fácil entender a facilidade dele em criar dramas maravilhosos! Amei sua resenha, e logo logo vou ler, bjão!

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