[Cositas] Meta de Leitura Skoob - atualização


Oie pessoal, todos bem?

Quem acompanha o blog já leu, aqui, sobre minha meta pessoal no skoob. Querem conferir como anda o meu progresso?
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Li no Kindle #33 "Primeiro Amor"

Axi Moore é uma garota certinha, estudiosa, bem comportada e boa filha. Mas o que ela mais quer é fugir de tudo isso e deixar para trás as lembranças tristes de um lar despedaçado. A única pessoa em quem ela pode confiar é seu melhor amigo, Robinson. Ele é também o grande amor de sua vida, só que ainda não sabe disso. Quando Axi convida Robinson para fazer uma viagem pelo país, está quebrando as regras pela primeira vez. Uma jornada que parecia prometer apenas diversão e cumplicidade aos poucos transforma a vida dos dois jovens para sempre. De aventureiros, eles se tornam fugitivos. De amigos, se tornam namorados. Cada um deles, em silêncio, sabe que sua primeira viagem pode ser também a última, e Axi precisa aceitar que de certas coisas, como do destino, não há como fugir. Comovente e baseado na própria vida do autor, este livro mostra que, por mais puro e inocente que seja, o primeiro amor pode mudar o resto de nossas vidas.


 Primeiro amor 
Primeiro amor
Um retrato comovente de um verdadeiro amor, que vai tocar o coração de quem tem um primeiro amor todo seu
James Patterson e Emily Raymond
Ano: 2014
Páginas: 240
Editora: Novo Conceito




Tão quanto é difícil resenhar uma leitura que se amou, assim o é com uma leitura que decepcionou... mas vamos lá!

Axi é uma jovem certinha, que faz tudo como manda o figurino, mas mora em um lar desajustado. Atualmente vive com o pai, que mal a nota por conta do alcoolismo. Depois de muito sofrimento por causa do falecimento precoce da irmã e do abandono da mãe, Axi resolve fugir com o melhor amigo.

“Talvez a compulsão por fugir seja genética. Minha mãe fugiu para escapar de sua dor. Meu pai usa o álcool para escapar. Agora é a minha vez... e isso parece estranhamente certo.”

Robinson é o contrário de Axi, bem sociável e cheio de lábia. Largou os estudos e mora com um parente. Vive de forma despretenciosa e livre.

Axi monta um roteiro para viajar pelo país ao lado de Robinson, só que não tem tanto dinheiro assim e acabam cometendo alguns delitos pelo caminho. Entre cidades e contravenções, a amizade vai saindo de cena, deixando florescer um amor há tempos guardado e segredos que podem mudar o rumo de tudo entre Axi e Robinson.

“Porque nós sabíamos que uma pessoa podia morrer muito antes de sua verdadeira morte. E não importava o que o futuro nos reservava: não queríamos ser esse tipo de pessoa.”
Bem, achei essa trama batida e cheia de clichês: jovens descobrindo o amor, mas com uma doença no meio para dramatizar tudo. Sinceramente, já cansei desse enredo!

Faltam elementos para compor a trama. Temos apenas o ponto de vista de Axi, ela é a narradora. Sinto mais riqueza de detalhes quando o autor desenvolve 2 ou mais narradores no livro. A tentativa de inserir humor é falha, não é algo divertido, chega a ser cansativo por vezes.


Logo no início do livro é informado ao leitor que é uma trama verídica, envolvendo um dos autores. Pesquisei depois e descobri que o James, na sua adolescência, fugiu com o seu primeiro amor: Jane Blanchard. Mas ao chegarem em Nova York, Jane passou mal e descobriu ser portadora de câncer, vindo a falecer 2 anos depois.

Entre as leituras que fiz este ano, até o momento, essa é uma que não indico para ninguém. Não me conquistou, achei cansativa e enfadonha. Mas se você, caro leitor, curte jovens em road trip correndo contra uma doença, se joga. Vai que você gosta?


P.S.: leitura feita para o Desafio das Capas, mês de maio: um casal se beijando.




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Resenha #49 "Então, conheci minha irmã"

Summer Stetson não conheceu sua irmã. Sua mãe engravidou dela assim que Shannon morreu, aos 17 anos, em um terrível acidente de carro, que se chocou com uma árvore. Ao longo de sua vida, Summer acostumou-se a assistir seus pais repetirem o quanto a irmã era perfeita, amada e boa filha, e por isso sempre acreditou que fosse uma decepção para eles. Ao fazer 17 anos, recebe da tia de presente o diário que Shannon escrevia até o dia de sua morte. Ao ler aquelas páginas para saber mais sobre a irmã, acaba descobrindo alguns segredos, e a cada revelação, sobre a família e sobre si mesma, entende que a verdade pode ser, por vezes, dolorosa, mas nunca deixará de ser libertadora.



Então, conheci minha irmã
A morte as separou, um diário as uniu
Christine Hurley Deriso
Ano: 2014
Páginas: 240
Editora: Gutenberg









Oie pessoal, tudo bem?

Lembro que li uma resenha bem positiva deste livro e quando surgiu uma oportunidade de trocá-lo no skoob, não pensei duas vezes. Não estava programado para lê-lo agora, mas uma skoober aceitou trocá-lo por um dos meus desejados, aí tive que adiantá-lo na fila, rsrs.

Bem, a trama é sobre uma jovem que viveu toda a sua vida à margem da irmã falecida. Ultimamente não estou tendo sorte com essas tramas juvenis, os protagonistas são tão infantis, cheios de traumas e recalques que me enche a paciência e Summer não fugiu a essa regra, infelizmente.

Summer nunca teve contato com sua irmã, pois nasceu após a morte da mesma, em um acidente de carro, aos 17 anos. Então tudo que sabe da irmã é através dos seus familiares e seus pais só tem elogios em relação a Shannon.

Como Shannon é retratada como a filha modelo: aluna classe A em todas as matérias e participantes em várias atividades extra curriculares, Summer tira notas baixas só para contrariar os pais, sem medir as consequências do que isso pode trazer para o seu futuro, já que o sistema estudantil americano leva em consideração todo o desempenho do aluno, antes de admiti-lo em uma faculdade.

Além de tirar notas ruins, Summer ainda é antissocial, tendo apenas um amigo, o Gibs. Que é o contrário dela em notas e destaca-se em todas as atividades que faz, mas por ser tão nerd, não consegue relacionar-se com facilidade e é um verdadeiro milagre que ande com a Summer.

Perto do seu aniversário de 17 anos, mesma idade que Shannon faleceu, Summer recebe de sua tia o diário de Shannon. Esse diário é desconhecido dos pais e nem mesmo a tia teve coragem de lê-lo todo, apenas algumas páginas.

Ao folhear, aleatoriamente, o diário, Summer depara-se com uma frase de Shannon que a deixa atormentada e angustiada para descobrir a verdade, assim começa a lê-lo do início.

Conseguirá captar a essência de Shannon, através do diário? O que Summer fará com as revelações contidas no diário?

Summer é uma jovem que vive flertando com a autocomiseração e eu não suporto isso! Se faz de coitadinha o tempo todo, mas muitos problemas ocorrem, justamente, por ela não querer aproximar-se dos pais.

Os pais, por sua vez, são pessoas complicadas, mas que se esforçam, da madeira deles, para fazer tudo por Summer. Não deve ser fácil para ninguém conviver com a morte de um filho, ainda mais quando acontece de forma súbita, com um acidente de carro.

A escrita da autora é boa, caso fosse o contrário não teria muita animação em continuar a leitura. Mas a protagonista é muito chatinha, desanima qualquer leitor...

Acredito que essa maçaneta na capa, seja pra fazer a alusão que o diário foi a ‘porta’ para Summer conhecer a irmã. A diagramação está boa e o tamanho da fonte também.

Então é isso, se você gosta de trama com protagonista jovem e problemática, eis aí uma opção. E de quebra, ainda tem um romancezinho, rs.



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Correio #13



Oie pessoal!

Chegou muita coisa legal no mês de junho, querem conferir?

Como sempre, iniciemos por minhas troquinhas, hehe.
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Li no Kindle #33 "Poliana"


Eleanor H. Porter (1868-1920), autora norte-americana, escreveu vários romances de sucesso; nenhum deles, porém, despertou tanto interesse no mundo inteiro como Poliana, de 1913. Já no primeiro ano de sua publicação, o livro vendeu um milhão de cópias na Europa e nos Estados Unidos.
Quando da morte de seu pai, a menina de dez anos, que já era órfã de mãe, vai morar com Tia Paulina, uma solteirona rica, severa e pouco afetuosa. Mas a vida da pequena cidade de Beldingsville vai mudar com a chegada desta que se tornou a própria personificação do otimismo na literatura ocidental. Poliana nunca deixa de praticar algo que o pai criou e lhe ensinou: o jogo do contente - a tentativa de sempre se posicionar de maneira positiva frente às diversas adversidades.

  
Poliana 



Poliana
Eleanor H. Porter











Oie pessoal, tudo bem?

A razão de ter selecionado “Poliana” na lista dos livros para o TBR Book Jar de 2015, foi que li a versão infantil quando criança e lembrava pouca coisa da trama, apenas do famoso “jogo do contente”.

Poliana é uma garota órfã de mãe, que vive com o seu pai, um missionário muito pobre. Mas o que faltava em dinheiro, sobrava em amor que o pai dava para sua filha. Infelizmente o pai vem a falecer e o único parente vivo da garotinha é a sua tia por parte de mãe, sendo assim as senhoras da igreja, enviam Poliana para viver com a tia.

Como a mãe de Poliana é de uma família abastada e largou tudo para viver com o modesto missionário, aconteceu uma divisão entre os parentes. Todos viraram as costas para a mãe de Poliana e a mesma viveu afastada dos parentes por toda a sua vida de casada, apesar de ter tentando, por várias vezes, uma reaproximação.

Quando Poliana chega ao seu novo lar, tudo lhe é novo e fascinante. Afinal a menina vivia na maior pobreza e passa a morar em uma mansão, como não ficar deslumbrada? Só que tia Paulina é uma mulher amargurada e não vê com bons olhos a chegada da sobrinha e faz de tudo para que a menina se sinta desconfortável, mas o tiro sai pela culatra, pois Poliana procura ver o lado bom de tudo, através do “jogo do contente”.

Nancy, a empregada, fica com pena da menina e procura ajudá-la na nova vida, mas fica boquiaberta com o fato de Poliana nunca se aborrecer, mesmo quando a tia faz coisas propositais.

"- Bem, o jogo se resume em encontrar alegria, seja lá no que for - concluiu Poliana."

Poliana conhece a vizinhança, pessoas na maioria rabugentas e mal humoradas como a tia Paulina, mas consegue se aproximar de algumas em particular. Passado alguns meses, Poliana sofre um acidente e perde o movimento das pernas, poderá agora ver o lado bom desse acontecimento terrível? Conseguirá levar o “jogo do contente”, mesmo nessas condições?

Poliana” é um clássico da literatura. Difícil encontrar quem nunca tenha ouvido falar desta obra. O ponto central da trama é que em tudo há um lado bom, por mais difícil que seja enxergar isso.

A autora nos apresenta uma garotinha que tinha tudo para ser triste, revoltada, irascível, mas não era. Isto faz o leitor refletir se vale, mesmo, à pena ficar irritado e zangado por tudo e com todos. Situações difíceis ocorrem com todos, mas a depender da forma como iremos encará-los, faz toda a diferença no curso da nossa vida.

Outra coisa que pude perceber é a questão do exemplo familiar. Poliana aprendeu com seu pai a jogar o “jogo do contente”. E esse ensinamento tão simples, afetou a vida de várias pessoas que viveram com Poliana.

É um livro pequeno, apenas 150 páginas. Leia e tire sua própria conclusão, mesmo que por fim você não goste, algo você irá reter, afinal em tudo há algo bom, não é mesmo?
 

Quotes: 

“Em tudo há alguma coisa de bom. A questão é descobrir onde está.”

"A influência que o bom caráter exerce é contagiosa e pode revolucionar uma vida inteira."

Outras capas, para alguém não deixar de ler por causa dessa capa feinha da minha edição, rsrs.
 
P.S.: e-book sorteado para o TBR Book Jar de junho.

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Resenha #48 "Amor em Tempos de Crise" @Chiado_Editora

A vida dá-nos surpresas. Acontecem coisas inesperadas, complexas e incríveis, parecendo não haver espaço para a razão, tornando-se difícil encontrar explicações, por voltas que se deem e argumentos que se procurem. Os planos que se fazem com tempo, cuidado e lógica podem ser totalmente alterados de um momento para outro, por motivos aparentemente estranhos, surpreendentes ou incompreensíveis. Por isso o povo diz, na sua sabedoria, que o futuro a Deus pertence. Não se sabe com certeza o que se passará no dia seguinte. E é verdade, não é fácil prever com exatidão o que vai acontecer amanhã. Pode ter-se uma ideia, fazer-se um cálculo aproximado, preparar-se, mas saber-se com certeza absoluta é que não. Só sabemos – se é que sabemos – do presente e do passado, se a memória o quiser deixar, não nos pregando uma das suas frequentes partidas. É no meio da incerteza que se fala do destino. Há quem pense que tudo está previamente traçado para cada pessoa, quando se nasce, e que o que se faz é o que está previamente estabelecido, nem mais nem menos.


 Amor em Tempos de Crise




Amor em Tempos de Crise
O Futuro a Deus Pertence
Viagens na Ficção #
José Moreira da Cunha
Ano: 2015
Páginas: 304
Idioma: Português de Portugal
Editora: Chiado Editora



Oie pessoal, tudo bem?

Hoje trago para vocês a resenha de um livro que recebi em parceria com a Chiado Editora.
 
Primeiramente preciso dizer que o estilo da narrativa, dos autores Portugueses é muito diferente da qual estamos habituados. É o segundo livro que leio de Portugal e percebi o quanto são detalhistas em suas narrativas. Alongando-se um pouco demais, para o meu gosto, mas que deve funcionar perfeitamente para outros leitores.

Quando solicitei “Amor em Tempos de Crise” imaginei um enredo completamente diferente. Pensei que seria um romance ou um drama, algo do gênero, mas me enganei, risos. A trama é baseada em fatos reais e tem um pano de fundo histórico. O nome dos personagens foram trocados, segundo o autor.

A trama começa na época que o rei D. Carlos atravessa uma crise com os ingleses. O autor nos põe a par de todos os fatos históricos, o que cansou um pouco ao longo da narrativa. Somos então apresentados ao Conde de Vilarinho, dono da Quinta Rosada, localizada no Pinhão, que comercializa vinhos e que vive uma vida de aparências. É casado por conveniência, já que vive traindo a esposa quando viaja para o Porto e faz de tudo para que a mesma não descubra.

José era um dos funcionários da Quinta Rosada (Fazenda Rosada), casado com Maria, pais de Elvira. Uma jovem muito bonita, cobiçada por vários, mas que não queria se relacionar com nenhum dos peões. Por uma dessas situações armadas pelo ‘destino’, o Conde de Vilarinho conhece Elvira e fica encantado por sua beleza. A partir desse momento o romance ilícito dos dois tem inicio.

Como algo assim não poderia terminar bem, Elvira fica grávida e é claro que o Conde não quer perder seu status social, por uma simples filha de um dos seus funcionários. Então bola um plano de enviá-la ao Porto de forma sorrateira, para que nenhum dos moradores do pacato vilarejo de Pinhão perceba ou faça qualquer ligação do sumiço de Elvira com o Conde.

Chegando ao Porto, vai morar em uma casa de aluguel, paga pelo Conde. A dona da casa é costureira e faz a proposta para que passe a ajudá-la com as costuras. Elvira vê assim a forma de conseguir a sua independência longe do Conde. Passado algum tempo recebe a notícia que seu pai faleceu e que sua mãe irá para o Porto morar com ela e com a neta.

O quê o futuro reserva para Elvira e sua filha? Conseguirá reconstruir sua vida? Manterá distância do Conde como se propôs a fazer assim que deixou o Pinhão?

Bem, como já comentei no início, a estrutura da narrativa é lenta e muito detalhista. Alguns fatos achei desnecessários, mas como não sou conhecedora a fundo da história Portuguesa, talvez sejam pertinentes e eu que não soube perceber a sua relevância...

Em alguns momentos senti como se estivesse vendo a uma novela de época Brasileira, devido aos costumes parecidos, se não iguais. A citação a corrupção, o jeitinho de resolver tudo na injustiça, passando por cima dos outros e etc.

Outro ponto a salientar, é a forte presença católica no enredo. Os Portugueses comemoravam, ou comemoram até hoje, todas as festas católicas de forma entusiasmada. E são muitas ao longo da narração.

Se você quer conhecer algo diferente das tramas que estamos habituados, por que não dar uma chance ao livro “Amor em Tempos de Crise”?


 
 

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Cantinho das Capas #23

Londres, 1960. Ao acordar em um hospital após um acidente de carro, Jennifer Stirling não consegue se lembrar de nada. Novamente em casa, com o marido, ela tenta sem sucesso recuperar a memória de sua antiga vida. Por mais que todos à sua volta pareçam atenciosos e amáveis, Jennifer sente que alguma coisa está faltando. É então que ela descobre uma série de cartas de amor escondidas, endereçadas a ela e assinadas apenas por “B”, e percebe que não só estava vivendo um romance fora do casamento como também parecia disposta a arriscar tudo para ficar com seu amante.
Quatro décadas depois, a jornalista Ellie Haworth encontra uma dessas cartas endereçadas a Jennifer durante uma pesquisa nos arquivos do jornal em que trabalha. Obcecada pela ideia de reunir os protagonistas desse amor proibido — em parte por estar ela mesma envolvida com um homem casado —, Ellie começa a procurar por “B”, e nem desconfia que, ao fazer isso, talvez encontre uma solução para os problemas de seu próprio relacionamento.
Com personagens realísticos complexos e uma trama bem-elaborada, A última carta de amor entrelaça as histórias de paixão, adultério e perda de Ellie e Jennifer. Um livro comovente e irremediavelmente romântico.
 Oie pessoal, todos bem?

Vamos para mais um Cantinho das Capas? O livro escolhido é da aclamada autora Jojo Moyes e você pode conferir a resenha clicando aqui.
A capa original está bem caracterizada com o ano que se inicia a trama, 1960. Temos a aura romântica de Londres, com esse casal apaixonado. Mas senti falta das cartas, afinal é através das mesmas que o enredo é formado.
Acho a nossa capa muito fofa! As cores escolhidas criaram um clima romântico. Parece que realmente temos vários envelopes amarrados por uma singela fita lilás.
Meu voto vai para a nossa capa e o de vocês? Comentem quero saber, rsrs.
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Promoção "Manuscritos do Mar Morto"



Oie pessoal, tudo bem?

Vamos de promoção?
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Resultado Top Comentarista de Junho/15

Oie pessoal!

Vamos conhecer o vencedor de junho?
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Li no Kindle #32 "A Festa de Divórcio" (@BertrandBrasil)

Ainda inédita no Brasil, Laura Dave estreia com o engraçado e diferente A festa de divórcio. Pelo tema abordado, o livro foi assunto de debate em vários fóruns literários, tornando-se sucesso de vendas. A autora está sendo considerada pela crítica especializada uma das possíveis sucessoras de Marian Keyes no gênero chick-lit.
A festa de divórcio conduz o leitor à vida de duas mulheres que se encontram nos extremos opostos do casamento, uma se divorciando e outra no momento de confirmação do relacionamento dos sonhos. Apesar de todas as diferenças – distância, condição financeira, idade – Gwyn e Maggie têm uma coisa em comum: ambas estão em uma encruzilhada e enfrentam as mesmas perguntas: até que ponto você deve se esforçar para ficar com a pessoa que ama? Quando é hora de desistir?
O best-seller de Laura Dave apresenta um costume cada vez mais comum nos Estados Unidos: a celebração do rompimento amoroso. Talvez para os brasileiros isso seja estranho, mas para o povo do país norte-americano, este momento, quando consensual, deve ser celebrado. Isso porque os envolvidos foram corajosos pela decisão e porque agora os dois poderão ser finalmente felizes, mesmo que com outras pessoas.
Laura chega à raiz das questões mais importantes e faz o leitor acreditar em todas as faces do amor, até a do divórcio.


A Festa de Divórcio 



A Festa de Divórcio
Laura Dave
Ano: 2013 
Páginas: 294
Editora: Bertrand Brasil


 

 




Oie pessoal, tudo bem?

Primeiro de tudo, esqueçam essa sinopse. De engraçado esse livro não tem nada! Diferente sim, mas engraçado...

Como você se sentiria ao conhecer seus futuros sogros no dia em que irão festejar o divórcio? Saia justa heim! Pois é assim que Maggie se encontra. E para “piorar” a situação, Nate revela seu verdadeiro nome e que seus pais são ricos. O quê mais ele escondeu de Maggie??

Thomas e Gwyn foram casados por 35 anos e decidem por fim nesse relacionamento de forma inusitada: com uma festa! É claro que ninguém entende essa excentricidade, apesar de estar virando moda nos Estados Unidos tal façanha...

No caminho para Montauk, Nova York, Maggie conhece uma ‘amiga’ de infância de Nate, o que a deixa mais insegura ainda em relação ao seu relacionamento.

Os capítulos são alternados entre os pontos de vista de Maggie e Gwyn. Percebemos as diferenças das personagens e como lidam com os problemas que surgem em suas vidas. A insegurança de Maggie é gritante, enquanto que Gwyn esconde uma mente perspicaz.

Além de conhecer os sogros, Maggie conhece a cunhada: Georgia. A mesma está grávida de 8 meses e meio e é o drama em pessoa. Vive um relacionamento, que nem mesmo ela consegue entender.

Thomas, o pai de Nate, se converteu ao budismo, da noite pro dia. Ao que parece o casamento não aguentou essa mudança radical. Senti falta da ótica de Thomas diante dos fatos. Ele acaba virando um coadjuvante, quando deveria ser um protagonista.

Foi uma leitura complexa, não pelo tema, mas devido a construção das personagens. Não consegui gostar de nenhum, são sem graça... mas a escrita da Laura te prende as páginas, em busca do desenlace do enredo.

O leitor percebe que algo grande irá acontecer, mas quando chega na hora do clímax da trama, a autora perdeu a mão. Esperava algo diferente na festa, ou melhor, a autora deu sinais, por toda a trama, que seria uma bomba, mas foi apenas um estalidozinho... 


O livro começa citando um furacão que ocorreu em 1938, que separou Montauk do resto de Long Island. É uma fato verídico e foi a inspiração para a autora desenvolver o enredo.

Se você pretende ler algo diferente, é uma opção, mas vá sem expectativas.
 


P.S.: leitura sorteada no "TBR Book Jar" e realizada para o tema do mês de maio do "Desafio Literário 2015": casamento.

Quotes:


"Por que é necessário que se instale o caos para que percebamos exatamente o que precisamos fazer?"

"Parece simples, mas estou aprendendo que os problemas começam quando um dos dois quer algo diferente do que o outro quer."



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